mxout tick
Provoca o servidor a drenar a fila. É o que o cron chama.
mxout tick{"ok":true,"ocupado":false,"tentados":2,"entregues":2,"falhos":0,"reagendados":0}Sai 0 em sucesso e 1 se não conseguir falar com o servidor.
Por que um subcomando, e não um processo que trabalha
O tick não abre o banco: ele faz uma chamada HTTP no loopback (POST /queue/tick) e o
servidor é quem drena.
Isso não é preferência, é obrigação. O banco embarcado aceita um processo por vez — um segundo processo abrindo o mesmo arquivo esbarraria no lock do servidor. Então o cron toca a campainha; quem trabalha é quem já tem o banco aberto.
Sem segredo no crontab
O subcomando lê MXOUT_AUTH_TOKEN do próprio ambiente do processo. Rodando via
docker exec, o container já tem a variável, então a linha do cron não carrega credencial
nenhuma:
* * * * * docker exec dev_mxout /mxout tick >/dev/null 2>&1Intervalo
Um minuto é o padrão razoável: no modo assíncrono a mensagem espera no máximo esse tempo. Num relay deliberadamente lento — envio serializado, atraso forçado — isso não destoa.
Se o intervalo incomodar para algum caso específico, o modo síncrono continua existindo:
sem MXOUT_REDIS, a entrega acontece dentro da própria requisição.
Ver também
- Fila — estados, backoff e retenção
- mxout check — diagnóstico de DNS